Me inspira

Lá vamos nós de novo!

Eu sempre gostei de escrever. Sempre. Sou a garota dos diários (é, talvez a mulher né? Acho que já passei da fase de garota com 3.2 e 2 filhos deliciosos na bagagem). Mas, voltando ao que interessa, a leitura sempre foi um prazer pra mim. Tenho excelentes memórias da ansiedade ao comprar os gibis da Mônica, lançamentos de Harry Potter, toda a coleção de Bridget Jones e Becky Bloom. Como eu adorava estar de férias para poder ler os livros até a hora que eu aguentasse na cama, ou leva-los à praia e torrar no sol enquanto lia um destes preferidos.

Acho que foi junto com isso, ou até um pouco antes, que a paixão por escrever também ficou evidente. Sempre registrei tudo em diários (que rendem divertidas memórias até hoje), já tive 2 blogs, algumas D.R.s por e-mail ou carta e uma grande facilidade de me expressar assim.

Ao me dedicar mais à vida profissional, isso foi ficando um pouco de lado, mas ao me ver grávida do meu primeiro filho, a vontade de registrar em palavras tudo que eu vivia foi voltando e além do diário da gravidez, escrevi também cada evolução dos primeiros 12 meses, uma carta sobre o retorno após a licença maternidade e mesmo com muita coisa acontecendo, fiz exatamente o mesmo para o meu caçula (que ok, tem textos, mas não tem o álbum de fotos do primeiro ano. Sim, preciso corrigir isso).

Mas e daí, não é mesmo? Recentemente tenho voltado a ler, a estudar alguns temas e a focar no meu autoconhecimento e, por consequência, no meu autocuidado, e depois de muitas vezes considerar isso, decidi retomar um espaço onde eu pudesse dividir um pouco de tudo que acredito, me faz bem e me inspira.

Muitas vezes tive claro de que por não ter um direcional, não era hora de começar. Mas aí me dei conta de que para algo ser iniciado, é preciso movimento. É preciso fazer. Esteja pronto ou não. E finalmente, em meio a muitas desculpas de falta de tempo ou qualquer outra, decidi escrever esse texto. E não é que me trouxe uma satisfação enorme? Só o fato de voltar a fazer algo que é tão “próprio” do meu eu, já me trouxe sentimentos muito gostosos.

Então, se é pra começar, que seja assim. Convidando quem quer que seja a entrar e ficar à vontade. Quem me conhece sabe que eu acho um verdadeiro “desperdício” de vida uma xícara de café desacompanhada de um docinho (restaurantes, por favor, não façam isso comigo), então pega a sua, senta por aqui e vamos conversar um pouco, não tem nada que não fique melhor com um #cafeeumdocinho

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